Aproximamos pessoas, coleções e histórias. Criamos experiências digitais que enriquecem a visita e ferramentas que ajudam a preservar e organizar o conhecimento.
Para museus, arquivos, centros interpretativos e instituições que querem preservar o conhecimento e criar novas formas de o partilhar.
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Guias e mediação com IA
Dar novas formas de acesso ao conhecimento validado pela instituição.
Um guia digital pode responder a perguntas e contextualizar peças a partir de conteúdos aprovados. Estruturamos esse conhecimento e definimos os limites da resposta, os temas cobertos e a forma de encaminhar perguntas sem suporte documental.
O que pode incluir
Pesquisa e interpretação sobre conteúdos curatoriais autorizados.
Respostas com referências ao conhecimento disponibilizado.
Adaptação da linguagem ao perfil de visita.
Revisão editorial e gestão das fontes de informação.
NA PRÁTICA
O visitante pergunta como uma peça se relaciona com outra coleção. O guia apresenta a ligação documentada e sugere conteúdos complementares.
Valor para a organização Mediação mais próxima do visitante, mantendo a instituição no controlo do conteúdo.
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Percursos e experiências de visita
Organizar histórias e coleções em percursos relevantes para cada público.
Desenhamos percursos digitais que articulam espaços, peças e temas. A experiência pode ajustar-se ao tempo disponível, aos interesses ou ao contexto de uma visita escolar, sem perder a coerência da narrativa curatorial.
O que pode incluir
Percursos temáticos e sugestões por duração de visita.
Conteúdos de apoio para famílias, escolas e público geral.
Acesso por interfaces móveis, QR codes ou pontos digitais.
Gestão editorial de etapas, peças e conteúdos associados.
NA PRÁTICA
Uma família escolhe uma visita de 30 minutos e encontra um percurso com poucas paragens, perguntas de observação e conteúdos adequados à experiência em conjunto.
Valor para a organização Uma visita mais orientada e novas oportunidades de descoberta das coleções.
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Multilinguismo e acessibilidade digital
Reduzir barreiras de interpretação e facilitar o acesso à informação.
A tecnologia pode apoiar traduções, versões em linguagem simples e formatos alternativos de apresentação. Os conteúdos são sujeitos a revisão e as interfaces são desenhadas tendo em conta diferentes formas de utilização e necessidades dos visitantes.
O que pode incluir
Preparação de conteúdos multilingues com revisão humana.
Versões em linguagem simples e estrutura editorial acessível.
Suporte a texto, áudio e legendagem conforme o projeto.
Navegação por teclado, contraste e compatibilidade com tecnologias de apoio.
NA PRÁTICA
Um conteúdo de exposição é disponibilizado em diferentes idiomas e numa versão simplificada, com alternativas de leitura e escuta.
Valor para a organização Mais opções de acesso ao conhecimento e uma experiência cultural mais inclusiva.
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Inventariação inteligente de coleções
Apoiar a organização de acervos e o enriquecimento dos seus registos.
Aplicamos ferramentas de extração, classificação e visão por computador para apoiar a criação de metadados. As sugestões são apresentadas para revisão curatorial, preservando a distinção entre informação confirmada e hipóteses geradas automaticamente.
O que pode incluir
Extração de informação de fichas e documentos existentes.
Sugestão de categorias, palavras-chave e relações entre objetos.
Identificação de registos incompletos ou potencialmente duplicados.
Fluxos de revisão e histórico das alterações aos metadados.
NA PRÁTICA
Um conjunto de fichas digitalizadas é transformado em propostas de registo estruturado, que os técnicos revêm antes de integrar no inventário.
Valor para a organização Menos esforço repetitivo na preparação de dados e maior consistência documental.
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Arquivos digitais e pesquisa
Tornar o conhecimento pesquisável, relacionável e mais fácil de consultar.
Organizamos documentos, imagens e descrições em ambientes de consulta que aproximam o utilizador do acervo. A pesquisa pode combinar filtros tradicionais com relações semânticas, respeitando níveis de acesso e direitos sobre os conteúdos.
O que pode incluir
Indexação de documentos e extração de texto pesquisável.
Filtros por coleção, período, tema e tipologia.
Pesquisa semântica e relações entre registos.
Perfis de acesso e integração com sistemas de arquivo existentes.
NA PRÁTICA
Um investigador procura um tema e encontra documentos e objetos relacionados, mesmo quando as descrições usam terminologia diferente.
Valor para a organização Melhor descoberta do acervo e maior aproveitamento do conhecimento já existente.
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Museografia digital e públicos
Ligar experiências interativas à compreensão da utilização dos espaços.
Criamos interfaces de exploração de conteúdos para exposições e centros interpretativos. A informação agregada de utilização pode ajudar a perceber que temas despertam interesse e onde a experiência precisa de ser ajustada, com minimização de dados pessoais.
O que pode incluir
Quiosques e interfaces táteis de exploração de conteúdos.
Narrativas multimédia e arquivos interativos.
Gestão e atualização editorial dos conteúdos apresentados.
Indicadores agregados de utilização e apoio à análise de fluxos.
NA PRÁTICA
Um centro interpretativo disponibiliza um mapa interativo com histórias locais e utiliza indicadores agregados para rever a organização dos conteúdos.
Valor para a organização Experiências mais participativas e informação útil para a sua melhoria contínua.
Um projeto ajustado à sua realidade.
Estas aplicações descrevem possibilidades de desenvolvimento e integração. O âmbito, as fontes de dados, os equipamentos, os sistemas envolvidos e os resultados a medir são definidos em diagnóstico e proposta. As decisões críticas permanecem sujeitas à validação das equipas responsáveis.
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